terça-feira, 30 de novembro de 2010

Novo Hulk marcado como terrorista!?


O título da notícia não é brincadeira não. Não se refere ao Gigante Esmeralda, mas sim o ator que irá interpretá-lo no filme dos Vingadores:Mark Ruffalo. Ele foi colocado na lista de potenciais terroristas, tudo devido a um documentário que apoiou.
O documentário em questão éGasLand, que fala contra a exploração do gás natural na área rural dos EUA. Com o apoio frenético de Ruffalo, que garantiu várias exibições do filme, como no Festival de Sundance 2010, e também discursos falando contra a exploração do gás. Apesar de o documentário mostrar os perigos da exploração do gás natural — como, por exemplo, destruir boa parte do meio ambiente e envenenar os lençóis de água –, o Escritório de Segurança Nacional da Pensilvânia acha que Mark Ruffalo é um terrorista em potencial.
Você pode conferir as Perguntas Frequentes do site da Pensilvânia sobre “O que é um terrorista?” 
Tudo isso aconteceu há mais ou menos duas semanas atrás, e a Segurança Nacional não teu sinal algum de voltar atrás em sua decisão. O que causou? Isso:

Veja quem foi o escolhido para virar um game pela Coca-Cola Zero!

Em outubro de 2010, a Coca-Cola Zero iniciou o recrutamento para uma ação megaboga EXCLUSIVAMENTE para o público do Jovem Nerd.
A intenção era simples, provar que o impossível era possível transformando a vida de um de nossos nerds em um vídeo game! Tudo que a galera tinha que fazer era criar um enredo com personagens típicos de sua própria vida e moldá-los em um formato de game.
E o felizardo escolhido foi LUCAS NASCIMENTO, de São Paulo, que se enxuga com toalhas “Ivan Tubiliéve” e malha com camisas “Acre, você acredita?”. Bem, este não foram os motivos pelo qual o aspira foi escolhido, mas mostra que realmente é de casa! :)
Veja o primeiro vídeo de uma sequência de MAKING OF dessa aventura inusitada!
O jogo completo estará disponível no hotsite a partir do dia 1 de dezembro!

Split/Second - Resenha

O mundo das corridas virtuais é  repleto de opções variadas para aqueles que procuram por velocidade no mundo dos games. Desde simuladores reais de direção como Gran Turismo até corridas com batidas espetaculares como Burnout Paradise, os pilotos virtuais tem um campo bastante amplo para deslizar seus pneus virtuais. E é nesse terreno que Split Second (PS3, XBox 360 e PC) consegue entrar e se destacar.




Desenvolvido pela Black Rock Studio em parceria com a Disney 
Interactive, a temática do jogo envolve um reality show de corrida, numa cidade abandonada que é ignorada pelo mundo. Tudo está pronto pra explodir a qualquer momento. Você corre por cidades, aeroportos, portos marítimos, shoppings, represas, usinas nucleares e cadeias de montanhas, mas o diferencial do jogo é que te obriga a prestar mais atenção na paisagem do que apenas pela beleza do cenário em si. Calma, eu explico.
Se por um lado os jogos de corrida convencionais (como Burnout) te incentivam a brigar diretamente com seu adversário por posições, Split Second se diferencia por colocar o cenário como opção para destruir seus opositores, devido à dinâmica do jogo e seus sitema de cenário interativo.
Funciona assim: a corrida começa, você  assume posições, faz manobras como drifts, drafts e jumps, e vai enchendo sua barra“Power Play”. Assim que acumula uma certa quantidade de poder, você pode ativar certos gatilhos no cenário (como barris explosivos, caminhões-tanque, ou até mesmo dinamite em colunas de prédios), e tentar acertar o seus adversários com os escombros, com a força da explosão, ou até mesmo com um prédio todo caindo em cima deles.
A sua barra de Power Play possui níveis diferentes, e quando você completa todos os 3 níveis, o poder mais forte fica disponível. Com ele, você ativa os Routes Changes, onde a destruição é tão grande que a rota da corrida é alterada a ponto de 25% do trajeto ser novo a partir dali, retornando ao antigo antes do fim da volta.
O jogo não se resume somente à  corrida entre adversários, mas também apresenta alguns outros tipos de gameplay. São 6 opções no total, sendo elas
  • RaceDetonator (o básico time trial);
  • Elimination (onde o último de cada setor de tempo é eliminado);
  • Air Strike (espécie de time trial onde um helicóptero incoveniente atira mísseis pelo seu caminho);
  • Air Revenge (semelhante ao Air Strike, mas desta vez seu Power Play redireciona os mísseis de volta pro helicóptero);
  • Survival (onde você corre por uma pista fechada com caminhões soltando barris explosivos), e em cada um deles sua função é bem determinada e seus limites são postos à prova, seja por tempo, seja por dificuldade.
Um aspecto bem diferenciado ficou por conta da interface do jogo em si, que é todo tratado para ser realmente um programa de televisão. Cada “temporada” contém um determinado número de “episódios”, e no último de cada temporada você compete com os mesmos corredores “Elite” em busca da maior pontuação no campeonato geral.
Entre as Seasons, até rola um preview do que poderá ser visto na próxima, no melhor estilo “cenas dos próximos capítulos”, e você até tem uma pequena opção de qual temporada irá correr a seguir. Mas no fim das contas não existe realmente caminhos diferentes, e sim algumas maneiras de passar pelas fases.
A rotina do jogo é bem equilibrada. Você já começa com carros rápidos em pistas velozes, e a sensação de evolução é bem clara por sempre ter uma pista nova desbloqueada (chega quase a uma nova por temporada, sendo 16 pistas no total), e um carro novo à espera daqueles que conseguem sempre os primeiros lugares.
Durante a competição, você vai voltar às pistas das primeiras corridas com um carro mais rápido, e vai perceber que realmente dá pra diminuir o tempo das suas voltas, dado à diferença entre os modelos e sua maior habilidade em controlar carros mais rápidos nas curvas, ou o conhecimento sobre os pontos de perigo da pista.
Se existe alguma crítica, fica exatamente na parte “engessada” dos gatilhos durante a corrida. Quando você termina uma pista, já sabe exatamente onde cada um dos pontos-chave estarão nas próximas vezes que passar por ela de novo.
Além disso, só existe 1 Route Changer por pista, o que diminui as suas opções estratégicas durante uma corrida mais acirrada, pois você passa quase 1 volta completa enchendo o seu Power Play, e se por acaso perder a chance de usar no ponto do Route Changer, ou se seu adversário estiver muito longe para sofrer os impactos, sua chance praticamente caiu a zero.
O jogo ainda conta com algumas opções de multiplayer, seja offline com Split Screen ou online contra corredores do mundo todo, e quase todas as opções de corrida estão disponíveis no modo online. Com quase todos os jogos tendendo a migrar somente para o multiplayer online, ter essa opção é realmente uma grata surpresa.
O modo de vários jogadores online ainda conta com um ranking de partidas, o que aumenta o grau de desafio, já que ficar numa posição inferior à sua mesma da corrida anterior retira pontos do seu ranking, enquanto que derrotar adversário em melhores posições no ranking soma preciosos pontos para sua “carreira”.
De um modo geral, Split Second traz um sopro de inovação ao gênero de corridas, por trazer o cenário como mais um inimigo potencial, ao invés de focar somente nas batalhas entre adversários, a exemplo de outros games do gênero.
Split Second apresenta gráficos bem trabalhados, e o jogador chega a prender a respiração quando se depara com uma torre de controle de aeroporto caindo exatamente à frente do seu carro, e ser acertado por essas toneladas de concreto transformam seu carro num empilhado de metal retorcido com detalhes bem interessantes, dado o trabalho que a Black Rock teve com sua parte gráfica.
Claro, seria melhor se tivéssemos carros licenciados para correr, mas dificilmente as fabricantes iriam querer ver seus nomes juntos à um jogo que promove a destruição de uma cidade inteira!
Em resumo, Split Second é uma excelente opção para os que curtem corrida, destruição, ou corrida e destruição juntos. Ao colocar o cenário como potencial perigo para os corredores, a Black Rock inovou num pouco espaço que tinha dentro do gênero de corrida, e obrigou os jogadores a prestar atenção não só em quem estava à frente, mas também em quem vem logo atrás, pois é a presença de um carro a frente que te permite ativar os power plays (e esse carro pode ser você).
A jogabilidade é fluida e o controle dos carros corresponde bem aos seus atributos (alguns carros são mais rápidos e com melhor drift, e outros são mais pesados e resistentes à impactos). E mesmo quando o modo carreira termina, o modo multiplayer garante uma sobrevida ao jogo. Se você está procurando por um game de corrida em alternativa à simulação real, ou às batalhas automobilíscas já bem fundamentadas nos consoles, Split Second é a sua pedida.

Segunda-feira(29/11/10) - Difícil dois grandes gênios do cinema se vão hoje!

1º - Leslie Nielsen
Apesar de estar fora do holofote nos últimos anos, Leslie Nielsen fez a todos gargalharem com filmes como Corra Que A Polícia Vem Aí e Apertem os Cintos, O Piloto Sumiu! Por este motivo, é com tristeza que o JNN reporta a morte do ator neste último domigo, 28 de novembro de 2010.
Aos 84 anos, o ator canadense não resistiu a várias complicações advindas de pneumonia, e deixou sua forma terrena para se juntar à Força. Ele estava doente fazia uma semana devido a uma infecção, até que a pneumonia atacou de forma inesperada. Seus amigos, seu sobrinho e sua esposa estavam ao seu lado, quando simplesmente dormiu e faleceu em seguida. Nielsen deixa para trás sua quarta esposa, Barbaree Nielsen, e duas filhas.
2º - Irvin Kershner
O filme da trilogia clássica de Star Wars mais querido de todos, O Império Contra-Ataca, foi dirigido por Irvin Kershner, que nos deixou hoje, dia 29 de novembro de 2010. Depois de passar um bom tempo doente, ele faleceu dentro da própria casa, aos 87 anos.
Além do Episódio V de Star Wars, Kershner também dirigiu Robocop 2 (em 1990) e 007 – Nunca Mais Outra Vez (com Sean Connery em 1983). Seu último trabalho como diretor fora em 1993 numa série de televisão, e ele estava atualmente trabalhando em projetos de filmagem e fotografia nos últimos meses.
Nascido em 1923, seu primeiro trabalho como diretor foi em 1958. É mais uma grande perda para o mundo nerd.

Hexalogia Star Wars voltará aos cinemas… em 3D!

Na época de hoje, destes últimos anos, todos os filmes (e até uma boa parcela da tecnologia dos games) está voltado para o 3D. A nova moda é relançar filmes antigos convertidos para tal tecnologia. E honestamente, até demorou para George Lucas anunciar que Star Wars cairia no mesmo esquema.
Os filmes seriam lançados em sua ordem cronológica, com o Episódio I – A Ameaça Fantasma primeiro em 2012. Não foram informados detalhes do espaço de tempo de lançamento, mas o supervisor dos efeitos da Industrial Light and Magic avisa que, para não acabar com um resultado pífio de tela mais escura e efeitos tridimensionais ruins, a empresa ficaria algum tempo (podemos especular aqui aproximadamente de seis meses a um ano) trabalhando em cada filme para se ter um resultado decente.

Filmagens de O Hobbir a Todo Vapor!


Depois de tanto sufoco, chega a dar um certo medo nos nerds de se empolgar com o Hobbit. Mas é inevitável, pois a maior parte das notícias recentes sobre a adaptação é boa, como duas das três notícias que iremos colocar aqui.
A primeira e a mais esperada por todos é: Ian McKellen está confirmado como Gandalf! Todos esperavam por isso, mas a falta de uma confirmação preocupava bastante. Na verdade, o grupo cinematográfico não o confirmou, mas sim o site do próprio ator. Por enquanto, é o máximo de confirmação que teremos, mas podemos ficar tranquilos.
A segunda é que a preparação para as filmagens estão a todo o vapor. A cidade cenográfica de Hobbiton está recebendo os toques finais, e Peter Jackson comprou nada mais nada menos do que 30 RED EPIC Digital Cameras, com quais irá rodar todo o filme. Se você não conhece, as RED EPICs não são suas câmeras flip em 1080p normais, não. As câmeras são as favoritas de vários cineastas comoSteven Soderbergh. Quer ver a qualidade? Confira no trailer do curta-metragem Crossing the Line, de Peter Jackson, quando testou a câmera pela primeira vez:
Por último, o mais recente problema da produção. Não se preocupe, não é algo que poderá paralisar as filmagens nem nada, mas que representa um pequeno problema: a velha discussão racial. Uma mulher britânica de descendência paquistanesa está indignada porque não foi aceita para o papel de extra de hobbit. O motivo? A pele dela é morena demais, e ela achou que isso foi incrivelmente racista.
A questão é que; ou ela nunca leu Tolkien nem viu os filmes, ou não entendeu o que representa a obra do autor. O Senhor dos Anéis e O Hobbit, assim como a Terra-Média em geral, sempre foram uma obra fictícia e mitológica sobre a Inglaterra e a Europa como um todo. Os hobbits, na concepção dele, sempre foram irlandeses, escoceses e ingleses, dos quais figuram algumas das pessoas mais branquelas do planeta. O consenso geral dos sites de notícia é que isto é tão absurdo quanto contratar um americano para fazer um papel histórico sobre a China Imperial.
No entanto, Peter Jackson sentiu-se culpado e já pediu desculpas. Vamos torcer para parar por aí, antes que ONGs e associações ao redor do mundo forcem hobbits multi-étnicos goela abaixo da produção.
A primeira parte de O Hobbit está prevista para dezembro de 2012, e a segunda parte para 2013.

Xbox 360 Vs. PS3

Nesse época natalina você pensa em comprar um consoles mas não sabe qual escolher Xbox 360 ou PS3. Aqui no WebQuem eu resolverei suas dúvidas!